Martinelli e Dutra · Tributário

Tributário

Planejar o tributo é decidir com números e com a lei, antes do fato.

Antes de pagar, de mudar ou de pedir

Tributo não é só uma conta a pagar.
É uma decisão da empresa.

O regime escolhido, a estrutura societária, a forma de contabilizar e a conferência do que foi pago influenciam o caixa, o risco e o futuro do negócio. Por isso a análise vem antes da decisão, e não depois da cobrança.

A estrutura

O regime de tributação, a organização societária e as operações previstas, com razão econômica real.

Os números

Uma contabilidade que sirva à decisão e à defesa, e não apenas ao cumprimento de obrigações.

O que já foi pago

A conferência de pagamentos, saldos e créditos, com cautela e dentro dos prazos e procedimentos legais.

Com a reforma tributária em transição, confira a regra vigente e o cronograma antes de decidir.

Assuntos que a empresa
precisa decidir.

Escolha um tema para ver as situações mais comuns e o que a análise considera.

Planejamento fiscal

Escolher a estrutura e o momento certos antes do fato, dentro da lei e com razão econômica.

Situações comuns

  • Abertura, expansão ou reorganização da empresa
  • Organização patrimonial e societária
  • Entrada, saída ou venda de sócios
  • Incentivos e benefícios fiscais aplicáveis
  • Efeitos da reforma tributária

O que analisamos

  • Os tributos de cada alternativa, lado a lado
  • O propósito negocial de cada operação
  • Os requisitos dos benefícios fiscais
  • As regras vigentes e o cronograma de transição
Diagnóstico por assunto

Escolha o que você
quer resolver.

Cada assunto tem o seu próprio roteiro de perguntas. No fim, você vê os pontos que merecem análise e os caminhos a avaliar. Não é um parecer: é um mapa para uma conversa melhor. As respostas ficam só no seu aparelho.

Como analisamos.

Quatro etapas, nesta ordem. Cada uma depende da anterior.

  1. 1

    Escuta

    O que a empresa faz, o que planeja e o que não pode arriscar.

  2. 2

    Mapa tributário

    Regime, estrutura, contabilidade e pagamentos, com os documentos na mesa.

  3. 3

    Cenários comparados

    Os caminhos lado a lado: o que cada um exige, custa e arrisca.

  4. 4

    Execução e revisão

    Formalização, acompanhamento e revisão quando as regras mudarem.

Perguntas frequentes.

Qual a diferença entre planejamento tributário e sonegação?

O planejamento tributário lícito escolhe, antes do fato, o caminho legal de menor custo, com razão econômica real e dentro da lei. A sonegação, ao contrário, esconde ou falseia fatos para deixar de pagar o que é devido, e é ilícita. Conteúdo informativo: a análise de cada operação depende do caso concreto.

Existe um regime de tributação melhor para todas as empresas?

Não. Simples Nacional, lucro presumido e lucro real têm regras, limites e efeitos diferentes. A escolha costuma depender da atividade, da receita, da margem, da folha de pagamento e dos créditos aproveitáveis. Compare com os números da empresa e confira a regra vigente.

Todo pagamento de tributo a maior pode ser recuperado?

Não necessariamente. É preciso comprovar o pagamento indevido, respeitar o prazo e seguir o procedimento do tributo e do ente tributante (federal, estadual ou municipal). Compensar ou restituir sem amparo pode resultar em não homologação e penalidades. Não há garantia de crédito nem de resultado.

A reforma tributária muda o planejamento da empresa?

Ela altera a forma de tributar o consumo e traz um período de transição, com efeitos sobre preços, contratos, créditos e sistemas. Confira a regra vigente e o cronograma de transição, e revise a estrutura da empresa à medida que as normas forem aplicadas.

Fale com o escritório.

Atendimento com hora marcada. Escolha o canal mais conveniente.